Segunda-feira, 02 de novembro de 2026
Política

Eleição reforça peso eleitoral dos idosos, mas combate ao etarismo ainda desafia país

Crescimento de votantes com 60 anos ou mais impulsiona discussão sobre pasta voltada à longevidade

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O peso dos eleitores com 60 anos ou mais atingiu patamar inédito nas eleições presidenciais de 2026, quando essa faixa etária passou a representar quase 25% do eleitorado nacional, segundo estatísticas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O envelhecimento demográfico alterou a correlação de forças na disputa pelo Palácio do Planalto e colocou na pauta do novo governo propostas estruturais, como a criação do Ministério do Idoso, no momento em que o presidente eleito se prepara para tomar posse aos 81 anos.

De acordo com dados oficiais, o contingente de votantes da terceira idade subiu de 32,9 milhões em 2022 para 37,4 milhões em 2026, enquanto a presença de cidadãos acima de 70 anos — para os quais o voto é facultativo — registrou alta de 15%. Em seu discurso após a apuração, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) destacou explicitamente a mobilização da população sênior durante o segundo turno.

Para o empreendedor social Sérgio Serapião, organizador do Fórum & Festival Longevidade, o reconhecimento nas urnas precisa gerar políticas permanentes para que os avanços não se tornem passageiros. O especialista ressaltou que a sociedade brasileira ainda necessita desmantelar preconceitos no mercado de trabalho e nas cidades, ampliando a inclusão produtiva das pessoas idosas nos próximos anos.

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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