Eleições na Nova Zelândia terminam com empate entre conservadores e trabalhistas
Apuração preliminar indica ligeira vantagem da aliança governista enquanto cédulas especiais definirão maioria
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A eleição parlamentar da Nova Zelândia terminou em empate técnico entre o governista Partido Nacional, de centro-direita, e a oposição do Partido Trabalhista, de centro-esquerda, após a contagem de mais de 95% das urnas neste sábado (7). Ambos os blocos registraram marcas próximas a 30% da preferência popular, separados por uma margem de poucos milhares de votos.
O resultado indefinido mantém a política do país em compasso de espera e deve forçar negociações intensas com legendas minoritárias para a formação de um novo governo de coalizão. A disputa foi dominada por preocupações com o custo de vida, desaceleração econômica e descontentamento com as duas maiores forças tradicionais.
Projeções da Comissão Eleitoral neozelandesa apontam que a atual coalizão liderada pelo primeiro-ministro Christopher Luxon alcançaria uma maioria apertada de apenas duas cadeiras. Contudo, o desfecho só será selado no dia 27 de novembro com a apuração dos votos especiais — emitidos no exterior ou fora da zona eleitoral de origem —, lote que historicamente tende a beneficiar os candidatos trabalhistas comandados por Chris Hipkins.
Com informações de Público (Portugal) e G1.
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