Segunda-feira, 26 de outubro de 2026
Urgente Lula conquista virada histórica sobre Flávio Bolsonaro e chega ao 4º mandato
Economia

Empresários e economistas cobram regras fiscais claras para novo mandato de Lula

Lideranças do setor produtivo pedem controle de despesas e estabilidade institucional com dívida pública acima de 82% do PIB

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Líderes empresariais, presidentes de grandes companhias e economistas cobraram nesta segunda-feira (26) medidas concretas de ajuste fiscal e previsibilidade jurídica para o quarto mandato do presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A pressão do setor produtivo visa evitar a volatilidade do mercado financeiro e a alta da inflação, fatores que encarecem o crédito e reduzem a geração de empregos. Para o consumidor e os investidores, a clareza sobre o rumo das despesas federais a partir de 2027 é vista como condição essencial para manter taxas de juros em patamares moderados.

Representantes setoriais apontam que a dívida bruta do governo geral já supera 82% do Produto Interno Bruto (PIB), em um ambiente orçamentário pressionado por gastos obrigatórios e promessas de campanha estimadas em cerca de R$ 300 bilhões. Análises de bancos de investimentos, como o UBS, alertam que a ampliação de programas sociais e obras de infraestrutura precisará ser combinada com freios em renúncias fiscais e reformas orçamentárias no Congresso Nacional.

A equipe econômica promete detalhar os instrumentos de contenção de gastos nos próximos meses, enquanto lideranças do mercado aguardam o envio de diretrizes orçamentárias revisadas ao parlamento antes da posse presidencial.

Com informações de UOL, Folha e InfoMoney.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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