EMS pede aumento de 108% no imposto de canetas emagrecedoras importadas
Maior farmacêutica do país quer onerar produtos prontas após lançar medicamento próprio
A EMS, maior farmacêutica do Brasil, solicitou à Câmara de Comércio Exterior (Camex) um aumento de 108% no imposto de importação sobre canetas emagrecedoras prontas vindas do exterior. O pedido visa elevar a alíquota dos chamados agonistas de GLP-1 de 7,2% para 15%.
A movimentação ocorre logo após a empresa brasileira lançar sua própria linha de medicamentos com semaglutida. A medida, se aprovada, deve impactar concorrentes diretas como a Novo Nordisk, fabricante do Ozempic e Wegovy, além de laboratórios como Hypera, Sandoz e Eurofarma. A EMS argumenta haver "assimetria" na cobrança, já que impostos sobre componentes para montagem local chegam a 18%.
A própria farmacêutica, no entanto, beneficia-se desde março de alíquota zero para a importação de componentes das canetas, como injetores e tampas. Concorrentes e o sindicato do setor (Sindusfarma) criticaram a iniciativa, afirmando que o caminho correto seria reduzir os custos de produção no Brasil em vez de onerar os produtos importados.
Com informações de UOL e Folha.
Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise
⏱ Linha do tempo Semaglutida
O que já foi publicado sobre este assunto antes desta notícia, do mais recente para o mais antigo.
- Você está aqui: esta notícia
- Remédio para obesidade reduz gordura no fígado para níveis normais, mostra estudo
- Pesquisas sobre remédios para obesidade lideram apostas da inteligência artificial para o Nobel
- Anvisa apura suposta relação entre canetas emagrecedoras e mais de 10 casos de cegueira
- Pacientes perdem mais peso ao trocar injeções por versão em comprimido do Wegovy