Quarta-feira, 14 de outubro de 2026
Economia

Entidades do comércio e da indústria rejeitam PEC 6x1 e pedem trabalho por hora

Abrasel, Abras e Fiep alertam para impacto econômico e defendem que nova jornada seja analisada em 2027

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Entidades representativas do comércio, de serviços e da indústria manifestaram formalmente nesta terça-feira (13) oposição à votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que encerra a escala de trabalho 6x1, pautada no Senado Federal para esta quarta-feira (14).

As organizações argumentam que a imposição de uma jornada reduzida geraria aumento abrupto de custos operacionais e encareceria bens e serviços para os consumidores, defendendo que o tema seja debatido com mais profundidade pelo Congresso Nacional a ser empossado em 2027.

Em nota, a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) qualificou o projeto como um potencial desastre socioeconômico e pediu aos parlamentares que evitem a deliberação em dois turnos antes do segundo turno presidencial. A entidade, em conjunto com a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), defende como alternativa a adoção da PEC das horas trabalhadas.

O embate ganhou força na disputa eleitoral entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). Após a bancada de oposição liberar seus integrantes, Flávio mudou de posição e informou que votará a favor do texto. A proposta reduz a carga máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais no prazo de 14 meses após sua promulgação.

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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