Equipe de Flávio Bolsonaro propõe ajuste fiscal de 1,5% do PIB focado em altos salários
Coordenador Adolfo Sachsida garantiu manutenção de benefícios sociais além de reforçar que estatais não serão vendidas
A equipe econômica do candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) estipulou como meta um ajuste fiscal nas contas públicas equivalente a 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, caso vença a eleição. As informações foram detalhadas nesta quinta-feira (8) pelo coordenador econômico da campanha, Adolfo Sachsida.
A medida aponta qual será o foco de um eventual governo para equilibrar o orçamento, sem sacrificar a população de baixa renda. De acordo com Sachsida, os cortes necessários virão dos chamados excessos do Estado, com foco especial na redução dos altos salários pagos atualmente a servidores no serviço público.
Sachsida também ratificou o compromisso de manter e fortalecer os programas sociais de distribuição de renda, como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A declaração amplia as promessas da chapa após a garantia de que não haverá privatizações na Petrobras, no Banco do Brasil ou na Caixa Econômica Federal.
Com informações de G1 e Revista Oeste.
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