Domingo, 01 de novembro de 2026
Ciência

Estudos científicos investigam relação entre sensibilidade ao nojo e posições conservadoras

Pesquisas indicam que resposta física de repulsa pode moldar convicções sobre temas sociais e comportamentais

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Pesquisadores da área de psicologia evolutiva e ciência comportamental têm investigado se a intensidade da sensibilidade de uma pessoa ao sentimento de nojo possui ligação direta com a adoção de posturas políticas conservadoras em temas sociais.

A hipótese é sustentada por uma revisão científica de 24 estudos, que apontou uma tendência estatística de que indivíduos com reações mais rápidas e intensas de aversão manifestam maior adesão a visões tradicionais sobre costumes e moralidade. Os cientistas tentam agora determinar se essa resposta emocional molda as opiniões políticas ou se são as crenças ideológicas prévias que determinam o que alguém considera repugnante.

De acordo com o psicólogo Yoel Inbar, da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, a emoção do nojo evoluiu ao longo dos milênios como um escudo de proteção biológica para afastar os seres humanos de toxinas e materiais infectados. Na psicologia contemporânea, a Escala dos Três Domínios do Nojo categoriza essa repulsa em patogênica (ligada a comida estragada e doenças), sexual (associada a práticas íntimas) e moral (despertada por quebras éticas como mentira e crueldade).

Os novos experimentos em andamento buscam medir reações fisiológicas involuntárias diante de diferentes estímulos cotidianos para avaliar o peso real dessa herança evolutiva nas escolhas políticas e na crescente polarização ideológica mundial.

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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