Quarta-feira, 28 de outubro de 2026
Mundo

Expedição no Pacífico descarta pista sobre paradeiro do avião de Amelia Earhart

Busca presencial em atol deserto revelou que mancha vista por satélite era apenas reflexo de árvores

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Amelia Earhart
A aviadora norte-americana Amelia Earhart em registro histórico · Foto: Domínio público / Wikimedia Commons (Public domain)

Uma expedição de pesquisadores ao Atol de Nikumaroro, no Oceano Pacífico, descartou uma das hipóteses mais debatidas sobre o paradeiro da aeronave da pioneira norte-americana Amelia Earhart, que desapareceu em 1937. A varredura presencial realizada na ilha revelou que uma mancha atípica flagrada em imagens orbitais de alta resolução não era a fuselagem do avião, mas sim uma formação de árvores nativas.

A constatação encerra anos de expectativas no meio acadêmico e na aviação civil internacional sobre a possibilidade de localizar vestígios físicos do bimotor Lockheed Electra naquele ponto isolado. O esclarecimento também reforça a necessidade de calibração em ferramentas de análise espacial para evitar ilusões de ótica geradas pelo relevo e pela luz solar.

Earhart foi vista pela última vez em 2 de julho de 1937 ao decolar da Papua-Nova Guiné durante a tentativa de se tornar a primeira mulher a dar a volta ao mundo pilotando um avião. Ao longo das últimas décadas, sensores de satélite registraram um formato visual incomum em meio à cobertura florestal de Nikumaroro, o que incentivou historiadores a montarem uma missão munida de sensores de solo e equipamentos de geolocalização.

Ao desbravar a mata densa e alcançar as coordenadas indicadas pelos radares espaciais, a equipe constatou a ausência de peças metálicas ou vestígios mecânicos. O padrão óptico decorria unicamente do reflexo da claridade nas copas de árvores de grande porte, fenômeno já catalogado pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA). Diante do resultado negativo na ilha, as investigações sobre o desaparecimento de Earhart devem retomar buscas em outras coordenadas marítimas.

Com informações de O Antagonista e Público (Portugal).

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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