Fifa abafou uso de jogador proibido do Congo para levá-lo à Copa e gera pressão na cúpula
Gianni Infantino viu seu nome cair em polêmicas nos corredores após jornais confirmarem relatórios secretos contendo isenção de falhas criminais nas vagas internacionais.
A administração da Federação Internacional de Futebol (Fifa) está no centro de uma denúncia sigilosa e acusações diplomáticas após o vazamento de relatórios apontarem o acobertamento de um jogador congolês jogando sem estar registrado no time nas eliminatórias. Os detalhes confirmaram que o atleta escalado no jogo da classificação inédita diante da Jamaica agiu sob a tutela irregular não paralisada pelos comitês europeus e do mundo antes que o resultado avançasse o time para a Copa de 2026.
Essa flexibilização intencional na regra corrói as garantias esportivas que sustentam a principal competição do planeta entre as confederações do mundo todo. Quando os tribunais não dão prosseguimento às infrações documentadas e perdoam federações por canais duvidosos, se impulsionam dúvidas enormes a respeito das negociações de dinheiro e influências que determinam os vitoriosos que os torcedores comuns assistem pelo televisor ao fim das rodadas.
Os documentos revelados pelo veículo The New York Times e fontes não reveladas pela presidência demonstraram que, conforme a cartilha da Fifa, escalar jogadores irregulares exige que a equipe perca o posto de uma vitória alcançada no pasto sem ressalvas. Apesar da obrigatoriedade, a federação permitiu que o Congo fizesse as partidas restantes e entrasse num período histórico mundial que quebra o tempo conturbado dos últimos 52 anos em que os africanos estiveram excluídos de participações em copas passadas.
A credibilidade do presidente Gianni Infantino segue instável por denúncias de atuações similares sob pressões governamentais para tirar punições prévias de equipes estadunidenses devido ao envolvimento telefônico com Donald Trump, sendo arrastada para processos judiciais das seleções na Confederação Europeia de Futebol, exigindo esclarecimento imediato no continente do futebol central.
Com informações de UOL e Folha.
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