Sexta-feira, 30 de outubro de 2026
Brasil

Filha de Marielle Franco denuncia ofensas racistas em grupo ligado à PUC-Rio

Universidade abriu apuração interna após mensagens que atacaram a memória da vereadora

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Marielle Franco
Vereadora Marielle Franco · Foto: Barão de Itararé / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

A ativista Luyara Franco, filha da vereadora Marielle Franco, assassinada a tiros em 2018, denunciou nesta sexta-feira (30) mensagens racistas direcionadas à memória da mãe em um grupo de WhatsApp integrado por membros da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).

O episódio gerou forte repúdio de movimentos de direitos humanos e provocou uma resposta institucional da universidade, que abriu sindicância interna para apurar a conduta dos envolvidos e aplicar sanções disciplinares.

Nas mensagens denunciadas publicamente em conjunto com o Instituto Marielle Franco, uma pessoa utilizou expressões pejorativas de cunho racial e questionou como a parlamentar havia conseguido pagar seus estudos universitários. Marielle cursou graduação em Ciências Sociais como bolsista na própria instituição antes de ingressar na trajetória política parlamentar no Rio de Janeiro.

A direção da PUC-Rio confirmou formalmente o recebimento dos relatos e declarou ter iniciado diligências para identificar os autores das postagens. A família cobra a apuração dos fatos e o encaminhamento das provas para eventuais medidas criminais.

Com informações de Agência Brasil e IstoÉ.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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