Terça-feira, 13 de outubro de 2026
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Mundo

Ganhadora do Nobel da Paz critica sanções de Trump e cobra postura dos Estados Unidos

Jurista Navi Pillay defende atuação do Tribunal Penal Internacional perante bloqueios de Washington

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A jurista sul-africana Navi Pillay, vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026, cobrou nesta terça-feira (13) que os Estados Unidos reassumam uma liderança comprometida com os direitos humanos e com a justiça global.

Em declarações prestadas em Haia, na Holanda, a magistrada de 85 anos condenou a nova rodada de sanções econômicas impostas pelo governo do presidente Donald Trump ao Tribunal Penal Internacional (TPI), órgão responsável por processar crimes de guerra e de lesa-humanidade.

As restrições de Washington foram anunciadas na última sexta-feira, poucas horas depois da confirmação do Nobel para a jurista, que já trabalhou no tribunal e hoje atua como juíza da Corte Internacional de Justiça (CIJ), vinculada à Organização das Nações Unidas (ONU). O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, justificou a medida afirmando que o país não permitirá ações contra cidadãos dos Estados Unidos.

Pillay classificou a retaliação como parte de uma estratégia da Casa Branca para desacreditar cortes multilaterais independentes. A decisão de Trump segue sob críticas de juristas e de governos europeus, que articulam formas diplomáticas de garantir o funcionamento contínuo do TPI.

Com informações de G1, UOL e Veja.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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