Terça-feira, 13 de outubro de 2026
Urgente Cantor Netinho morre aos 60 anos em Salvador após tratamento contra câncer
Mundo

Plano de Trump para importar diesel russo prevê remessas de até 3 milhões de toneladas

Governo russo confirma cronograma gradual enquanto parlamentares apontam violação de sanções vigentes

📲 Receba as notícias no celular: Canal no Telegram Canal no WhatsApp

Donald Trump
Portrait of 45th and 47th POTUS, Donald Trump taken by Daniel Torok This portrait is displayed at the Smithsonian National Portrait Gallery and was approved for use on a commemorative Semiquincentenni · Foto: Daniel Torok / Wikimedia Commons (Public domain)

O plano anunciado pelo ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump para importar diesel da Rússia prevê a entrega inicial de 300 mil toneladas do derivado e volumes mensais futuros que podem alcançar até 3 milhões de toneladas, segundo confirmou o vice-primeiro-ministro russo, Alexander Novak, nesta terça-feira (13).

A medida repercutiu negativamente no Congresso americano a poucas semanas das eleições de meio de mandato, abrindo divergências entre parlamentares republicanos e democratas. Críticos da proposta sustentam que as compras concedem apoio financeiro direto a Moscou durante o conflito na Ucrânia e contrariam uma lei sancionada recentemente pelo próprio governo americano que autoriza sanções econômicas e tarifas adicionais contra países que adquirem combustíveis russos.

Pelo cronograma divulgado por Trump na rede social Truth Social, o fornecimento continuará com 500 mil toneladas em novembro, um milhão de toneladas em fase seguinte e até três milhões de toneladas adicionais em curto prazo, condicionadas à capacidade operacional das refinarias russas atingidas por bombardeios ucranianos. O líder político defendeu o acordo como necessário para aliviar custos operacionais de agricultores, pecuaristas e motoristas frente à disparada dos preços provocada por tensões militares no Oriente Médio.

A viabilidade legal do desembarque das cargas em terminais portuários americanos dependerá de revisões nos órgãos reguladores e de eventuais contestações judiciais nos tribunais federais dos Estados Unidos.

Com informações de BBC News Brasil, Terra e G1.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

Siga o katavNews

Receba as notícias assim que saem: entre no nosso canal do Telegram ou do WhatsApp. É grátis e você sai quando quiser.