Terça-feira, 20 de outubro de 2026
Economia

Gestores aceitam retorno menor na renda fixa para fugir de risco de crédito

Estratégia de casas de investimento prioriza liquidez e proteção do patrimônio diante de juros elevados de 15% ao ano.

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Gestores de fundos de investimento reduziram a exposição a títulos de dívida corporativa e aumentaram a fatia de recursos líquidos em caixa para se proteger do risco de calote de empresas no Brasil.

A postura mais defensiva afeta diretamente o investidor comum, ao mostrar que escolher aplicações que oferecem rendimentos aparentemente menores pode ser mais seguro do que buscar taxas elevadas que embutem maior perigo de inadimplência.

Com a taxa básica de juros mantida no patamar de 15% ao ano, os custos operacionais e as despesas financeiras das companhias aumentaram de forma expressiva, provocando uma deterioração gradual na capacidade de pagamento de devedores privados. Diante desse cenário de compressão de prêmios, casas de gestão como a Paramis Capital, responsável por cerca de R$ 2 bilhões, passaram a evitar papéis de maior volatilidade antes mesmo que a onda de resgates se intensificasse no mercado.

Os analistas e gestores monitoram agora os próximos passos da política monetária para avaliar se a estabilização das taxas de juros permitirá uma retomada segura da demanda por títulos de crédito de empresas privadas.

Com informações de UOL, Folha e Seu Dinheiro.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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