Terça-feira, 20 de outubro de 2026
Economia

Mercado financeiro critica plano de Flávio Bolsonaro de usar R$ 200 bi para dívidas

Analistas apontam risco fiscal em proposta que prevê compra de débitos bancários com verba pública

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Flávio Bolsonaro
O senador e candidato Flávio Bolsonaro · Foto: Andressa Anholete/Agência Senado / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) causou forte reação negativa entre analistas do mercado financeiro após propor o uso de 200 bilhões de reais dos cofres federais para comprar dívidas da população. A promessa foi feita durante debate transmitido no domingo (18).

A medida preocupa economistas e investidores por ameaçar o equilíbrio das contas públicas, uma vez que o senador não indicou de onde viriam as verbas para bancar a operação nem apresentou cortes de despesas equivalentes. Pelo plano divulgado, o governo federal assumiria os débitos de pessoas físicas e jurídicas junto aos bancos, concedendo carência de seis meses a um ano nos pagamentos e reduzindo faturas de 100 a 200 reais para valores entre 10 e 20 reais.

Até a apresentação da proposta, o parlamentar vinha construindo uma imagem de compromisso com a disciplina orçamentária e a austeridade nas contas públicas. Diante das dúvidas levantadas pelo setor produtivo, a campanha do candidato deve sofrer cobranças para detalhar os cálculos e a viabilidade da medida antes da votação do segundo turno.

Com informações de Veja, Reddit e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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