Quinta-feira, 08 de outubro de 2026
Mundo

GNR apreende 2,7 toneladas de cocaína e fuzis na Figueira da Foz

Operação Atalaia desmantelou rede criminosa que pretendia abastecer o mercado europeu de entorpecentes a partir de Portugal

Praia na Figueira da Foz
Vista costeira da cidade de Figueira da Foz, em Portugal · Foto: Alexkom000 / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

A Guarda Nacional Republicana (GNR) de Portugal apreendeu 2,7 toneladas de cocaína e quatro fuzis automáticos de guerra do tipo AK-47 em uma operação coordenada, realizada na madrugada de quarta-feira (7) na Praia da Costinha, na cidade litorânea de Figueira da Foz. Sete pessoas foram presas em flagrante pelos agentes de segurança durante a ação criminosa.

A ofensiva contra o crime organizado, batizada pela polícia de Operação Atalaia, representa um duro golpe na estrutura logística do narcotráfico, uma vez que a carga de entorpecentes tinha como destino a distribuição interna em Portugal e o suprimento de outros países no exigente mercado da Europa. O armamento pesado e carregado com munição demonstra a periculosidade do esquema.

A abordagem ostensiva ocorreu nas sombras, pouco depois das 4h da manhã, no momento exato em que os suspeitos finalizavam o descarregamento da cocaína de uma embarcação e tentavam esconder as drogas. Além das substâncias ilícitas e dos fuzis, os guardas confiscaram um barco e seis veículos terrestres, que estavam sendo posicionados para distribuir as mercadorias.

Dos sete homens detidos na hora, quatro foram indiciados formalmente por tráfico de drogas e posse de armas proibidas, enquanto os outros três acabaram autuados por permanência ilegal em território português. Na mesma diligência, 20 estrangeiros foram identificados e passarão a ser investigados para mapear o restante da rede financiadora da operação de tráfico.

Com informações de Observador (Portugal), RTP Notícias (Portugal) e Público (Portugal).

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise