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Jurista sul-africana Navi Pillay vence o Prêmio Nobel da Paz de 2026

Advogada e ex-chefe de direitos humanos da ONU aos 85 anos coroa trajetória de fiscalização de crimes de guerra internacionais

Navi Pillay
Foto: Wayamo Foundation / Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0)

A jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay, aos 85 anos de idade, foi solenemente anunciada nesta sexta-feira (9) como a destinatária principal e a vencedora absoluta do prestigioso Prêmio Nobel da Paz de 2026. A revelação aconteceu na cerimônia de tradicional de organização do prêmio na cidade de Oslo, capital da Noruega, país que hospeda anualmente a categoria mais aguardada de reconhecimento internacional.

O prêmio consolida e consagra a duradoura e marcante trajetória da jurista em campos devastados por guerras e violações sistêmicas, atuando sempre com o objetivo de promover o direito na sociedade civil. A honraria é um símbolo potente do peso crescente da comunidade internacional sobre atos de violência e tentativas de sufocar lideranças pacificadoras frente a abusos de poder.

Pillay construiu ao longo das décadas uma reputação invejável como um dos pilares práticos e morais do mundo diplomático na atualidade. Além de sua brilhante passagem como Alta Comissária da Organização das Nações Unidas (ONU) para os Direitos Humanos, ela carrega o título de juíza participante da influente e disputada corte do Tribunal Internacional de Justiça.

A atenção global em volta de seu nome, que culminou no recebimento da medalha que será entregue fisicamente nos próximos meses, reflete sua liderança de comissões de averiguação sobre possíveis massacres em áreas civis em andamento na comunidade mundial. A escolha, no entanto, provocou forte repúdio de Israel: o premiê Benjamin Netanyahu a chamou de "sectária" após a jurista reafirmar que o exército israelense comete genocídio em Gaza. Além da estatueta exclusiva e do reconhecimento global, Pillay receberá um importante valor financeiro para fortalecer seus institutos de pesquisa legal e manutenção moral.

Com informações de The Independent, New York Times, France 24 e Reddit.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise