Quinta-feira, 08 de outubro de 2026
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Governo dos EUA acusa Microsoft de pagar US$ 20 mil a menos a estrangeiros

JD Vance detalhou suspensão de vistos e incluiu empresas indianas e europeias de TI na lista de sanções.

Microsoft
Microsoft-Zentrale in München · Foto: 3aFW / Wikimedia Commons (CC0)

O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, aprofundou nesta quinta-feira (8) as justificativas do governo para suspender empresas de tecnologia do programa de vistos. Segundo o político, companhias como a Microsoft utilizam o sistema de contratação H-1B para pagar salários cerca de US$ 20 mil inferiores aos de trabalhadores americanos na mesma função.

Os novos detalhes expõem os alicerces da mais recente sanção relacionada à política de imigração laboral permanente, revelando que a principal motivação governamental é pressionar financeiramente grandes corporações acusadas de discriminar mão de obra interna para reduzir custos.

Além das declarações referentes à dona do Windows e à Adobe, o secretário do Trabalho, Keith Sonderling, confirmou que o alcance da punição no processo de obtenção de residência ("green card") é substancialmente maior. O embargo englobará diretamente o negócio de agências mundiais de terceirização e suporte tecnológico.

A lista divulgada pelo governo americano passa a impedir novos pedidos de certificação laboral das empresas indianas Cognizant, Infosys, Tata, Wipro e HCL, além da europeia Capgemini. Até o momento, a Microsoft não atendeu aos pedidos de resposta sobre os cortes trabalhistas relatados pelo Executivo.

Com informações de UOL e TecMundo.

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