Segunda-feira, 19 de outubro de 2026
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Premiê da França pede toque de recolher a prefeitos após protestos e saques

Medida solicitada por Sébastien Lecornu busca conter atos de violência que já deixaram 2.400 detidos e atingiram pontos turísticos

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O primeiro-ministro da França, Sébastien Lecornu, solicitou nesta segunda-feira (19) que prefeitos de municípios afetados por manifestações violentas decretem toques de recolher parciais imediatos.

A iniciativa pretende restabelecer a ordem após episódios de vandalismo, incêndios em edifícios e saques ao comércio que se espalharam por várias cidades. Os atos causaram transtornos a serviços e pontos de visitação, como o Museu do Louvre, em Paris, cujo acesso foi bloqueado por estudantes, enquanto a cidade de Marselha restringiu aglomerações durante o dia.

As mobilizações tiveram início há algumas semanas com passeatas contra a alta no custo de vida que reuniram mais de 500 mil pessoas em diversas cidades francesas, mas grupos violentos passaram a atuar nos atos nos últimos dias. Segundo dados oficiais, cerca de 2.400 pessoas foram detidas pelas forças de segurança em todo o país após tumultos e depredações.

A Comissão Europeia manifestou preocupação com a violência e os atos de vandalismo, embora tenha ressaltado a importância do direito à manifestação pacífica. O governo da França realizou uma reunião ministerial de emergência nesta segunda-feira para definir ações adicionais e alertou que não descarta recorrer ao estado de emergência caso a instabilidade persista. Caberá às prefeituras locais publicar decretos detalhando as áreas abrangidas e os horários de restrição de circulação.

Com informações de G1, Terra, UOL e RTP Notícias (Portugal).

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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