Quinta-feira, 29 de outubro de 2026
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Brasil

Governo investiga motivação política em ameaças contra indígenas em Mato Grosso do Sul

Força Nacional foi enviada para proteger comunidades após denúncias de intimidações e risco de envenenamento de água

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O governo federal abriu investigações, nesta quinta-feira (29), para apurar se ataques virtuais e ameaças contra comunidades indígenas no Mato Grosso do Sul tiveram motivação política após o segundo turno das eleições presidenciais de 2026.

As intimidações atingiram aldeias dos povos Guarani Kaiowá e Terena que comemoraram a vitória eleitoral de Luiz Inácio Lula da Silva sobre Flávio Bolsonaro, incluindo mensagens com ameaças de contaminação e envenenamento de água. O caso mobiliza órgãos federais para conter riscos de violência física e garantir a segurança das famílias nos territórios.

A apuração começou após o Ministério dos Povos Indígenas receber áudios e mensagens denunciados pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e encaminhar o caso à Polícia Federal (PF). Em resposta, o Ministério da Justiça autorizou o deslocamento da Força Nacional de Segurança Pública — tropa formada por policiais e bombeiros dos estados para atuar em crises — para apoiar a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) nas aldeias Sassoró e Tereré.

O ministro dos Povos Indígenas, Eloy Terena, anunciou também a formação de uma força-tarefa interministerial com as pastas da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos para receber novas denúncias e identificar os autores das mensagens. O próximo passo da apuração consiste na identificação dos remetentes dos áudios pelas equipes de inteligência da Polícia Federal e na permanência da Força Nacional na região por prazo a ser definido pelas autoridades.

Com informações de UOL, Folha e G1.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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