Segunda-feira, 02 de novembro de 2026
Economia

Grandes petrolíferas resistem a investir em refino e priorizam recompra de ações

Companhias lucraram mais de US$ 50 bilhões no terceiro trimestre impulsionadas por gargalos na oferta de combustíveis

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As maiores corporações petrolíferas do mundo estão recusando apelos governamentais para expandir o parque ocidental de refino, preferindo aplicar seus lucros bilionários em recompra de ações e amortização de débitos bancários.

A opção estratégica das multinacionais limita a capacidade global de produzir gasolina, diesel e querosene, conservando preços elevados ao consumidor final nos postos e na aviação civil internacional.

Juntas, as empresas ExxonMobil, Chevron, BP, Shell e TotalEnergies apuraram um lucro líquido conjunto que superou US$ 50 bilhões no terceiro trimestre de 2026, segundo levantamento divulgado pelo Financial Times. Em meio a esse resultado, a Shell expandiu a recompra de seus papéis em US$ 5 bilhões, a ExxonMobil confirmou programa de recompras de US$ 20 bilhões para 2027 e a BP direcionou caixa para reduzir dívidas acumuladas. O setor tem operado em níveis máximos de capacidade após 10% da capacidade global de refino ser paralisada com conflitos que afetaram o Estreito de Hormuz no Irã e refinarias russas atacadas pela Ucrânia, além de cotas de contenção de embarques impostas por Moscou e Pequim.

Dirigentes das petrolíferas sustentam que as margens operacionais atraentes persistirão no curto prazo, enquanto a Agência Internacional de Energia prevê escassez contínua de capacidade refinadora no mundo.

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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