Terça-feira, 13 de outubro de 2026
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Economia

Inclusão de 13 milhões de donas de casa no mercado de trabalho elevaria PIB em 2,2%

Estudo da FGV projeta injeção de R$ 284 bilhões na economia com a remuneração de mulheres fora da força produtiva

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A entrada de 13 milhões de mulheres dedicadas exclusivamente aos afazeres domésticos e cuidados com a família no mercado formal de trabalho elevaria o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2,2%, aponta um estudo divulgado nesta terça-feira por pesquisadoras da Fundação Getulio Vargas (FGV).

O levantamento evidencia como a sobrecarga com serviços não remunerados dentro de casa restringe a autonomia financeira feminina e reduz a capacidade de crescimento da economia do país, que poderia receber um acréscimo de R$ 284 bilhões.

A pesquisa, elaborada pelas economistas Isabela Duarte Kelly e Hildete Pereira de Melo, apoia-se em dados de 2025 da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os registros apontam que 47% das mulheres brasileiras estão fora da força de trabalho, o correspondente a 42,8 milhões de pessoas, sendo que quase um terço desse grupo não procura ocupação em razão das tarefas domésticas e de cuidado familiar.

O cálculo financeiro considerou o rendimento provável das mulheres a partir da escolaridade média observada e já descontou eventuais benefícios assistenciais que deixariam de ser recebidos, como o Bolsa Família. Segundo as pesquisadoras, a superação desse cenário depende de políticas públicas como a expansão de vagas em creches de período integral e estruturas públicas de apoio a idosos.

Com informações de UOL, Folha e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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