Segunda-feira, 12 de outubro de 2026
Tecnologia

Inteligência artificial é menos regulada que leite, diz presidente da Microsoft

Brad Smith defendeu regras globais de segurança e dever jurídico de notificar vítimas de ataques digitais.

Logotipo da Microsoft
Logotipo da Microsoft em evento de negócios · Foto: Himesh23 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

O presidente da Microsoft, Brad Smith, defendeu a criação imediata de regras internacionais de segurança para a inteligência artificial, afirmando que a tecnologia atualmente é menos regulamentada do que caixas de leite ou máquinas de lavar. A declaração foi concedida à emissora de televisão britânica ITV e divulgada pela imprensa internacional no domingo (11).

O posicionamento de um dos principais nomes da indústria global de software ocorre em meio a alertas sobre o potencial de agentes virtuais autônomos realizarem ataques digitais contra corporações e órgãos governamentais. Para a população e empresas, a ausência de normas padronizadas aumenta o risco de violações de dados pessoais, fraudes financeiras e falhas de segurança sem responsabilização jurídica.

Entre as propostas apresentadas pelo executivo está o dever legal de informar imediatamente qualquer usuário ou organização prejudicada por invasões causadas por sistemas de inteligência artificial desgovernados. Smith também sustentou que as empresas desenvolvedoras devem ser submetidas a testes de segurança conduzidos por avaliadores externos e independentes antes de disponibilizarem novas ferramentas no mercado.

O apelo do executivo coincide com negociações legislativas em andamento nos Estados Unidos e na União Europeia sobre novos marcos jurídicos para o setor tecnológico. Órgãos multilaterais discutem propostas de cooperação para unificar protocolos técnicos e proteger infraestruturas críticas contra incidentes digitais nos próximos meses.

Com informações de BBC News, The Guardian e Engadget.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise