Terça-feira, 13 de outubro de 2026
Economia

Investir na infância reduz custo de faculdade e exige equilíbrio financeiro

Estudos apontam formação de hábitos aos sete anos, enquanto dados do Pisa mostram déficit de educação no país

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Crianças em atividade ao ar livre
Crianças participando de atividade externa no Rio de Janeiro · Foto: Estela Neto / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Iniciar investimentos voltados aos filhos logo nos primeiros anos de vida diminui significativamente o esforço financeiro para custear o ensino superior no futuro, afirmaram especialistas em finanças neste feriado de Dia das Crianças (12).

A antecipação de aportes permite usufruir do efeito dos juros compostos ao longo do tempo, reduzindo o valor mensal necessário para cobrir despesas educacionais de grande porte sem sacrificar a formação da reserva de aposentadoria dos pais.

Levantamento da Universidade de Cambridge com mais de cem pesquisas sobre comportamento econômico indica que os hábitos e a percepção sobre dinheiro começam a se consolidar por volta dos sete anos de idade. No Brasil, resultados do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) de 2022 revelaram que apenas 2% dos alunos atingiram o nível mais alto de competência em finanças, ante a média de 11% registrada nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Planejadores financeiros recomendam dividir os objetivos familiares em etapas claras, priorizando a segurança previdenciária própria antes de assumir compromissos exclusivos para a faculdade ou intercâmbio dos jovens.

Com informações de Veja e A Tarde (BA).

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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