Investir na infância reduz custo de faculdade e exige equilíbrio financeiro
Estudos apontam formação de hábitos aos sete anos, enquanto dados do Pisa mostram déficit de educação no país
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Iniciar investimentos voltados aos filhos logo nos primeiros anos de vida diminui significativamente o esforço financeiro para custear o ensino superior no futuro, afirmaram especialistas em finanças neste feriado de Dia das Crianças (12).
A antecipação de aportes permite usufruir do efeito dos juros compostos ao longo do tempo, reduzindo o valor mensal necessário para cobrir despesas educacionais de grande porte sem sacrificar a formação da reserva de aposentadoria dos pais.
Levantamento da Universidade de Cambridge com mais de cem pesquisas sobre comportamento econômico indica que os hábitos e a percepção sobre dinheiro começam a se consolidar por volta dos sete anos de idade. No Brasil, resultados do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) de 2022 revelaram que apenas 2% dos alunos atingiram o nível mais alto de competência em finanças, ante a média de 11% registrada nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
Planejadores financeiros recomendam dividir os objetivos familiares em etapas claras, priorizando a segurança previdenciária própria antes de assumir compromissos exclusivos para a faculdade ou intercâmbio dos jovens.
Com informações de Veja e A Tarde (BA).
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