Quinta-feira, 22 de outubro de 2026
Mundo

Isolamento de idosos cresce em cidades da China e impulsiona rede de apoio

Casos de abandono afetam a terceira idade em Pequim e provocam debate sobre saúde pública

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O avanço da solidão entre pessoas idosas que vivem sozinhas em centros urbanos como Pequim tem transformado a rotina da terceira idade na China nesta terça-feira (20). A perda de cônjuges e o afastamento familiar têm deixado moradores sem suporte para atividades diárias essenciais.

O fenômeno afeta diretamente a saúde pública chinesa e altera a dinâmica social, exigindo serviços de apoio comunitário para tarefas que vão desde a regulagem de aparelhos domésticos até o suporte emocional de quem não tem com quem conversar.

Em relato sobre a rotina na capital, a chinesa Yang, de 91 anos, afirmou que a falta de companhia a levou a conversar com aparelhos de televisão e a cogitar a antecipação do fim da própria vida, ideia rejeitada pela família devido à proibição legal da eutanásia no país. Aposentada com glaucoma e perda progressiva de visão, ela enfrenta dificuldades para executar tarefas básicas no domicílio.

De acordo com a professora Teresa Kuan, pesquisadora da Universidade Chinesa de Hong Kong, o isolamento dos idosos é intensificado pela estrutura da sociedade contemporânea e pelas transformações nas formas de convivência entre as famílias chinesas. O debate sobre a expansão de iniciativas de convivência e acolhimento para a população idosa segue em discussão entre assistentes sociais e autoridades locais.

Precisa de ajuda? O CVV atende pelo telefone 188, de graça, 24 horas.

Com informações de BBC News Brasil, Google Notícias e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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