Sábado, 24 de outubro de 2026
Esporte

Justiça derruba liminar e mantém veto da CBV a Tifanny na Superliga de vôlei

Decisões do STJD e do Tribunal de Justiça do Rio impedem atacante do Osasco de participar da competição nacional

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A jogadora de vôlei Tifanny Abreu, do Osasco, voltou a ficar impedida de disputar a Superliga Feminina após decisões desfavoráveis proferidas nesta sexta-feira (23) na Justiça Desportiva e na Justiça comum.

O veto impacta a formação da equipe paulista para a temporada e reforça as discussões jurídicas sobre os limites das federações esportivas ao regulamentarem a elegibilidade de atletas transgênero nas competições oficiais.

O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) rejeitou por unanimidade o recurso apresentado pela defesa da jogadora e validou as normas estabelecidas pela Confederação Brasileira de Vôlei (CBV). O relator Mauricio Corrêa da Veiga afirmou que o fato de Tifanny já ter atuado em anos anteriores e possuir contrato com o Osasco não anula o poder da entidade de revisar seus regulamentos internos. Em outra frente, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) revogou a liminar concedida na semana anterior que havia garantido a participação da atleta.

A CBV declarou em comunicado que sua política segue os critérios do Comitê Olímpico Internacional (COI) e da Federação Internacional de Voleibol (FIVB). O processo continuará tramitando na Justiça comum até um julgamento definitivo de mérito, enquanto os representantes de Tifanny pretendem solicitar uma nova reconsideração judicial.

Com informações de Estadão, UOL e CartaCapital.

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