Sexta-feira, 06 de novembro de 2026
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Economia

Justiça do DF anula uso de imóveis públicos e estatais para socorrer o BRB

Decisão considerou inconstitucional transferir patrimônio de outras empresas para cobrir rombo do Master

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Banco Master
Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) realiza reunião de trabalho do grupo formado para acompanhar as investigações sobre o Banco Master. Os senadores votam requerimentos que vão direcionar os trabalh · Foto: Senado Federal / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

O juiz Daniel Carnacchioni, da 2ª Vara da Fazenda Pública do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), anulou os atos administrativos que permitiam destinar imóveis públicos e ativos de estatais para socorrer o Banco de Brasília (BRB), nesta quarta-feira (4), em Brasília.

A decisão impede que o governo distrital utilize bens de terceiras companhias públicas para cobrir perdas geradas pela aquisição de carteiras de crédito fraudulentas do Banco Master, protegendo os cofres distritais e os direitos de governança societária.

Ao analisar duas ações judiciais, o magistrado declarou inconstitucionais dispositivos de lei distrital que autorizavam alienar ou transferir imóveis para capitalização bancária. O juiz frisou que o Executivo local não pode tratar estatais autônomas como um conjunto indiferenciado de recursos financeiros para sanar déficits de uma instituição financeira.

A Procuradoria-Geral do Distrito Federal pode recorrer da decisão perante a segunda instância do tribunal distrital, enquanto o conselho de administração do BRB terá de buscar alternativas financeiras de mercado para recompor seus índices de liquidez patrimonial.

Com informações de UOL, Folha e CartaCapital.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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