Quinta-feira, 29 de outubro de 2026
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Líder de Hong Kong pede desculpas públicas um ano após incêndio com 168 mortes

John Lee reconheceu erros de fiscalização mas defendeu permanência no cargo após renúncia de secretária

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Hong Kong
Vista panorâmica de Hong Kong · Foto: Dllu / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

O chefe do Executivo de Hong Kong, John Lee Ka-chiu, pediu desculpas públicas nesta quinta-feira (29) pelas falhas de fiscalização do governo relacionadas ao incêndio que deixou 168 mortos no conjunto habitacional Wang Fuk Court, no distrito de Tai Po, em novembro de 2025.

O sinistro atingiu sete edifícios residenciais e tornou-se a tragédia do gênero mais letal na cidade em décadas. Um inquérito independente apontou supervisão regulatória inadequada por parte dos órgãos públicos. O pedido de perdão marca um gesto incomum de admissão de responsabilidade por parte do governo local, que vinha enfrentando severas críticas da população e de parlamentares.

Acompanhado por sete integrantes de seu gabinete, o líder curvou-se diante de jornalistas em entrevista coletiva convocada após a formalização da renúncia da secretária de Habitação, Winnie Ho Wing-yin, que deixou o cargo para assumir a responsabilidade política pelo ocorrido — gesto recebido com ceticismo por familiares das vítimas.

Durante a sessão de esclarecimentos, Lee defendeu a manutenção de seu mandato e atribuiu a tragédia principalmente a práticas de conluio e corrupção entre construtoras e o crime organizado, anunciando que uma reforma no serviço público e novas diretrizes de segurança contra incêndios em condomínios serão encaminhadas ao Legislativo.

Com informações de UOL, Deutsche Welle, Folha, South China Morning Post e The Guardian.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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