Sábado, 07 de novembro de 2026
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Líder de seita no Quênia é condenado a 200 anos de prisão pela morte de 191 pessoas

Tribunal de Mombasa sentenciou o pastor Paul Mackenzie por ordenar jejum forçado até a inanição

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O Tribunal Superior de Mombasa, no Quênia, condenou o pastor Paul Mackenzie a 200 anos de prisão nesta sexta-feira (6) pelo assassinato de 191 pessoas ligadas à sua seita religiosa.

A decisão responsabiliza o líder da Igreja Internacional das Boas Novas por um massacre que chocou o leste africano, impondo punição severa ao homem que convenceu centenas de famílias a se privarem de alimentos sob promessas religiosas.

De acordo com a sentença proferida pela juíza Diana Kavedza, a pena soma 100 anos de reclusão por homicídios decorrentes de inanição e outros 100 anos por assassinatos diretos. O processo englobou a morte comprovada de 190 crianças e um adulto, que foram induzidos a jejuar até a morte na floresta de Shakahola.

As autoridades quenianas estimam que mais de 400 corpos já foram resgatados de sepulturas clandestinas na região desde a descoberta do acampamento. Mackenzie segue sob custódia e ainda responde a outros processos judiciais conexos.

Com informações de Deutsche Welle, ABC News, Al Jazeera, Reddit, New York Times e The Independent.

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