Luiz Fux compara jiu-jítsu à magistratura e defende independência dos juízes
Ministro do STF e faixa-coral afirmou que integrantes do Judiciário devem atuar com nobreza de caráter
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O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), declarou na manhã desta quarta-feira (14) que a prática das artes marciais apresenta princípios fundamentais para a rotina e os desafios enfrentados pelos magistrados brasileiros.
Graduado como faixa-coral e praticante de jiu-jítsu há cinco décadas, o magistrado sustentou que juízes precisam aliar conhecimento técnico a nobreza de caráter para decidir controvérsias de acordo com as leis, sem ceder a pressões sociais ou intimidações.
Durante a conferência, Fux mencionou que a função jurisdicional demanda resiliência mental e uma postura de independência perante os litígios levados aos tribunais. Para o ministro, o autocontrole desenvolvido nos tatames serve de inspiração para a condução imparcial de processos de alta complexidade.
A fala do integrante da corte suprema soma-se às discussões contemporâneas sobre garantias institucionais e a preservação da autonomia do Poder Judiciário em julgamentos de relevância nacional.
Com informações de Metrópoles, O Antagonista e Revista Oeste.
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