Segunda-feira, 19 de outubro de 2026
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Mundo

Manifestantes desafiam ordem policial e mantêm acampamentos em Lisboa e no Porto

Ativistas pelo direito à moradia formaram cordão humano na capital e vestiram capacetes no norte após notificação da PSP

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Manifestantes reunidos em protestos pelo direito à moradia em Portugal decidiram permanecer acampados na Praça do Rossio, em Lisboa, e na Praça D. João I, no Porto, nesta segunda-feira (19), após receberem ordens formais de desocupação da Polícia de Segurança Pública (PSP). A autoridade policial exigiu a desmontagem imediata das barracas sob o argumento de que a ocupação coletiva não dispõe de licenciamento municipal.

A resistência dos participantes aprofunda a disputa política sobre a crise habitacional e o encarecimento dos aluguéis nas principais cidades portuguesas. O confronto de posicionamentos eleva o risco de uma intervenção de choque das forças de segurança caso as negociações diretas não cheguem a um acordo de desmobilização pacífica.

Durante a madrugada, policiais mantiveram conversas com os ocupantes na capital e advertiram que as estruturas precisariam ser removidas das vias públicas. Em resposta, manifestantes em Lisboa organizaram um cordão humano em volta das tendas para proteger o acampamento no Rossio. No Porto, onde a mobilização apoiada pela CGTP e pelo movimento Acampada chegou ao nono dia consecutivo, os grupos adotaram o uso de capacetes para se precaverem de eventuais ações de dispersão com uso da força.

As lideranças comunitárias afirmam que a mobilização seguirá ativa por tempo indeterminado até a apresentação de medidas públicas pelo governo de Portugal para conter os valores imobiliários, enquanto viaturas da polícia permanecem posicionadas nas imediações para monitorar a concentração.

Com informações de Público (Portugal), RTP Notícias (Portugal) e Observador (Portugal).

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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