Quarta-feira, 07 de outubro de 2026
Urgente Atriz ganhadora do Oscar Eva Marie Saint morre aos 102 anos
Mundo

Médicos Sem Fronteiras acusa Israel de continuar genocídio em Gaza após três anos

A organização de ajuda humanitária criticou as restrições impostas à população palestina em meio a um impasse no cessar-fogo.

A organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) acusou Israel de asfixiar progressivamente a Faixa de Gaza e de continuar cometendo um genocídio no território, três anos após o início do atual conflito armado com o grupo Hamas. O alerta internacional foi divulgado nesta segunda-feira (5), na véspera da data que marca o aniversário dos ataques que desencadearam a intensa ofensiva israelense na região.

A declaração da entidade denuncia as graves condições enfrentadas por cerca de 2,1 milhões de palestinos deslocados, destacando a destruição de hospitais, casas e meios essenciais de sobrevivência. A crítica da MSF evidencia como a população civil continua sofrendo mesmo em momentos de suposta calmaria, chamando atenção para a crise humanitária prolongada que se arrasta sem solução aparente à vista.

As dificuldades se intensificaram após o Exército israelense ampliar sua presença além da chamada Linha Amarela, aumentando as áreas de confinamento civil. Nos bastidores políticos, o acordo de cessar-fogo mediado pelos Estados Unidos segue paralisado: enquanto Israel exige o desarmamento do Hamas para flexibilizar as posições militares, o grupo palestino condiciona qualquer entrega de armamento à retirada total das tropas do território ocupado. Sem uma resolução, moradores locais relatam exaustão e o desejo de migrar definitivamente de Gaza para escapar da violência.

Com informações de Infobae, RTP Notícias (Portugal) e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise