Domingo, 18 de outubro de 2026
Economia

Medidas do governo Lula somam R$ 290 bilhões e ampliam pressão sobre dívida pública

Cálculos da IFI apontam avanço no endividamento do país, enquanto analistas calculam corte necessário de R$ 250 bilhões

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Luiz Inácio Lula da Silva
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante agenda em 2025 · Foto: Lula Oficial / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Um conjunto de ações e programas implementados pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no período eleitoral atingiu o volume de R$ 290 bilhões em recursos previstos para os anos de 2026 e 2027, elevando o nível de pressão sobre as contas públicas brasileiras.

O crescimento do endividamento afeta o bolso dos cidadãos porque alimenta incertezas no mercado financeiro, pressionando a inflação e mantendo elevadas as taxas de juros cobradas de empresas e consumidores em empréstimos e financiamentos.

Em agosto, a Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) alcançou 82,9% do Produto Interno Bruto (PIB), o patamar mais alto registrado nos últimos cinco anos. Estimativas preliminares da Instituição Fiscal Independente (IFI), ligada ao Senado Federal, apontam que as novas medidas adicionam cerca de 1,2 ponto percentual ao indicador até o fim do próximo ano, acima da projeção anterior de 86,4% calculada para 2027.

Embora parte das iniciativas envolva despesas financeiras que não violam os limites fiscais imediatos, o financiamento dessas ações exige novas emissões de títulos do Tesouro Nacional. Economistas e consultorias privadas estimam que a próxima gestão federal precisará aprovar um plano de contenção de gastos de pelo menos R$ 250 bilhões para estabilizar o ritmo de crescimento da dívida pública.

Com informações de Folha e Estado de Minas.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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