Milhares vão às ruas em Portugal contra o alto custo de vida e da habitação
Manifestantes reclamam dos preços dos aluguéis e do cenário econômico que obriga jovens a continuarem na casa dos pais.
Milhares de pessoas se reuniram neste sábado (10) no Largo do Intendente, no centro de Lisboa, para protestar contra a escalada nos preços dos imóveis e do custo de vida em Portugal. Com faixas e cartazes, os manifestantes caminharam pela avenida Almirante Reis cobrando medidas concretas do governo português para conter a crise.
O encarecimento do setor habitacional tem expulsado moradores das áreas centrais da capital e dificultado a independência financeira dos mais jovens. Durante o ato, muitas pessoas relataram que a bolha de aluguéis impossibilita a saída da casa dos familiares, forçando adultos de 30 anos a dependerem dos pais e acusando as empresas de "terrorismo imobiliário".
A mobilização foi idealizada pela plataforma "Não dá mais para viver assim", que também organizou marchas simultâneas em grandes cidades como Porto, Braga e Aveiro. A indignação da sociedade civil portuguesa ganhou força no final de semana, espelhando-se em passeatas semelhantes que aconteceram recentemente na Espanha.
Com informações de Público (Portugal), RTP Notícias (Portugal) e Observador (Portugal).
Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise
⏱ Linha do tempo Portugal
O que já foi publicado sobre este assunto antes desta notícia, do mais recente para o mais antigo.
- Você está aqui: esta notícia
- Presidente da Federação Portuguesa minimiza punição e quer volta de Cristiano Ronaldo
- Investigação sobre fraude de 150 milhões de euros no IVA deixa 11 portugueses presos
- Varandas rebate fala de Montenegro sobre corrupção em clubes de Portugal
- Líder do Partido Socialista propõe abstenção no Orçamento de 2027 em Portugal
- Ministra de Portugal confirma cobrança de pensões pagas a mais por erro
⏱ Linha do tempo Inflação
O que já foi publicado sobre este assunto antes desta notícia, do mais recente para o mais antigo.
- Você está aqui: esta notícia
- Custos com energia disparam e passam a encarecer pãozinho e grandes obras
- Salário mínimo seria de R$ 852 se proposta de Flávio Bolsonaro tivesse vigorado desde 2003
- Energia puxa inflação oficial acima do teto de tolerância e enfraquece corte nos juros
- Mesmo com preços menores, vendas de Dia das Crianças esbarram no endividamento
- Indústria já sente impactos das tarifas impostas pelos Estados Unidos