Sábado, 31 de outubro de 2026
Cultura

Morte do ilusionista Harry Houdini completa cem anos cercada de mistérios

Famoso por fugas de algemas e tanques de água, escapista faleceu em 1926 após apendicite aguda

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Harry Houdini
O ilusionista Harry Houdini durante apresentação histórica de fuga · Foto: Library of Congress Rare Book and Special Collections Division / Wikimedia Commons (Public domain)

A morte de Harry Houdini, amplamente reverenciado como o maior artista de fugas e ilusionismo do século 20, completa exatamente cem anos neste sábado, 31 de outubro de 2026, com circunstâncias médicas que ainda geram controvérsias entre historiadores.

Conhecido mundialmente por se libertar de algemas, correntes submersas e camisas de força em alturas extremas, o artista faleceu precocemente aos 52 anos em um hospital na cidade de Detroit, nos Estados Unidos, em pleno feriado de Halloween de 1926.

A versão atestada em documentos oficiais apontou que a ruptura de seu apêndice foi precipitada por golpes desferidos em seu abdômen por um estudante universitário durante teste de resistência em um camarim. Contudo, pesquisas recentes, como a obra publicada pela cirurgiã Larrian Gillespie, contestam que socos possam desencadear diretamente uma apendicite letal, reabrindo debates sobre possíveis infecções preexistentes.

Mesmo após tentativas frustradas na indústria do cinema mudo de sua época, Houdini consolidou-se como referência duradoura da cultura pop e permanece celebrado internacionalmente por associações de mágicos neste centenário.

Com informações de Observador (Portugal) e Veja.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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