Sábado, 07 de novembro de 2026
Política

MP Eleitoral questiona 42 candidaturas por ligação com crime organizado

Seis concorrentes barrados pela Justiça receberam votos suficientes e aguardam recursos

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Tribunal Superior Eleitoral
Plenário do Tribunal Superior Eleitoral · Foto: O Tribunal da Democracia / Wikimedia Commons (Public domain)

O Ministério Público Eleitoral contestou o registro de 42 candidaturas nas eleições de 2026 por suspeita de ligação com organizações criminosas, informou a Procuradoria-Geral da República (PGR) em balanço divulgado nesta sexta-feira (6).

A ofensiva judicial atinge a legitimidade dos poderes legislativos estaduais e do Congresso Nacional, já que seis candidatos barrados pelos juízes conseguiram votos suficientes para se eleger e continuam dependendo de decisões judiciais para assumir os mandatos.

Das 42 ações de impugnação, 22 resultaram em decisões desfavoráveis aos concorrentes pela Justiça Eleitoral ou na desistência formal dos postulantes. Em outros quatro processos, candidatos tiveram o registro liberado pelos tribunais regionais, mas os procuradores recorreram diretamente ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O estado do Rio de Janeiro concentrou mais da metade das suspeitas, com 26 candidaturas contestadas. Em seguida aparecem Paraíba, com quatro nomes, São Paulo, com três, e Acre e Mato Grosso do Sul, com dois casos cada um, além de registros individuais em Amapá, Bahia, Goiás, Minas Gerais e Rio Grande do Norte. As disputas para deputado estadual, com 22 casos, e deputado federal, com 16, foram os principais alvos das ações.

O plenário do Tribunal Superior Eleitoral deve julgar os recursos pendentes dos candidatos com votação expressiva nas próximas semanas, antes das datas oficiais de diplomação dos eleitos.

Com informações de Poder360, UOL e InfoMoney.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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