Sexta-feira, 30 de outubro de 2026
Brasil

MPT soma mais de 3 mil denúncias de assédio eleitoral e governo cria plano integrado

Órgãos federais e Justiça do Trabalho adotam ações para coibir coações políticas e preveem multas de até dez vezes o maior salário da empresa.

📲 Receba as notícias no celular: Canal no Telegram Canal no WhatsApp

O Ministério Público do Trabalho (MPT) e o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) registraram mais de 3,3 mil denúncias de assédio eleitoral em empresas em 2026. Para combater a prática, que se intensificou após a realização do segundo turno das eleições presidenciais, o governo federal e órgãos do Judiciário trabalhista anunciaram um pacote integrado de medidas de fiscalização e punição.

O assédio eleitoral nas relações de emprego ocorre quando o empregador tenta direcionar, coagir ou constranger a escolha política dos trabalhadores, sob promessa de vantagens ou ameaça de demissão. A força-tarefa anunciada reúne o MTE, o MPT, a Advocacia-Geral da União (AGU), o Tribunal Superior do Trabalho (TST) e o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), prevendo sanções administrativas como multas que podem atingir até dez vezes o valor do maior salário da empresa, além de impedimentos no acesso a financiamentos em bancos públicos.

Nas unidades estaduais, a fiscalização já foi mobilizada para apurar os casos in loco. Em Mato Grosso, a superintendência regional do Ministério do Trabalho informou que buscará inicialmente a conciliação com os empregadores para reverter demissões ocorridas por motivação política, com a participação dos sindicatos laborais, antes de formalizar sanções e representações judiciais junto ao Ministério Público.

Com informações de Metrópoles, G1 e Brasil de Fato.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

Siga o katavNews

Receba as notícias assim que saem: entre no nosso canal do Telegram ou do WhatsApp. É grátis e você sai quando quiser.