Quarta-feira, 28 de outubro de 2026
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Política

Nunes Marques defende legitimidade das eleições após alegações de fraude de Flávio

Presidente do TSE ressalta segurança do pleito e afirma que eventuais recursos formais serão apurados

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Kassio Nunes Marques
Ministro Kassio Nunes Marques na Presidência do TSE · Foto: TSE - Tribunal Superior Eleitoral / Wikimedia Commons (Public domain)

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, declarou nesta quarta-feira (28) que as eleições gerais de 2026 foram legítimas e transcorreram dentro da regularidade legal e constitucional. A manifestação pública foi realizada por meio de nota oficial após o senador Flávio Bolsonaro divulgar uma carta na qual classificou o resultado como golpe de Estado e se autointitulou líder do país, sem apresentar elementos de prova.

A posição da corte eleitoral assegura a estabilidade institucional do país ao atestar a soberania da escolha popular nas urnas eletrônicas e rechaçar contestações infundadas sobre a apuração dos votos. Nunes Marques pontuou que a população compareceu aos colégios eleitorais e definiu seus representantes de maneira democrática, destacando a atuação técnica do tribunal para a entrega de um pleito seguro.

O questionamento levantado pelo parlamentar teve como foco a extensão do período de votação autorizada pelo ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF). Dados oficiais da Justiça Eleitoral apontam, contudo, que apenas 34 mil eleitores registraram seus votos após as 17 horas, margem numericamente irrelevante frente à diferença superior a quatro milhões de votos obtida pelo presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva.

Sem fazer menção nominal direta ao senador, o chefe da Justiça Eleitoral destacou que todas as contestações protocoladas dentro do devido processo legal serão respondidas pelos canais competentes. Os prazos processuais para eventuais pedidos de auditoria continuam abertos no tribunal antes da cerimônia oficial de diplomação dos eleitos.

Com informações de UOL, Veja, JOTA, Agência Brasil e G1.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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