Sexta-feira, 06 de novembro de 2026
Brasil

Operação do MPSP mira desvios de até R$ 25 milhões na previdência municipal de Itanhaém

Ação do Gaeco apura crimes de peculato e resultou no afastamento cautelar de servidores públicos no litoral paulista.

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O Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) deflagrou na manhã desta sexta-feira (6) a Operação Buraco Negro, que apura um esquema de transferências financeiras irregulares no Instituto de Previdência dos Servidores do Município de Itanhaém (Itanhaém Prev), no litoral paulista.

A ofensiva afeta a gestão dos recursos para aposentadorias do funcionalismo local e resultou no cumprimento de mandados de busca, além do afastamento temporário de dois servidores de suas funções públicas e do bloqueio de contas bancárias dos investigados.

Há divergência quanto aos valores totais sob suspeita nas fontes consultadas: o portal Metrópoles cita desvios de cerca de R$ 25 milhões, enquanto o portal UOL calcula o rombo em R$ 24,9 milhões. De acordo com os promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), os valores saíam da autarquia para pessoas sem qualquer vínculo funcional e voltavam para os servidores envolvidos.

O esquema sob averiguação teria funcionado entre 2023 e 2026 e abrange apurações de crimes como peculato, lavagem de capitais e associação criminosa. Os alvos da operação também tiveram seus passaportes retidos e estão proibidos de deixar o país enquanto prosseguem as diligências da investigação.

Com informações de Metrópoles e UOL.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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