Pacientes desenvolvem resistência a novo tratamento contra o câncer de pâncreas
Estudos buscam entender como os tumores conseguem voltar a crescer mesmo após a aplicação de medicamento inovador
Pacientes submetidos a tratamentos de última geração contra o câncer de pâncreas em estágio avançado têm desenvolvido resistência ao medicamento daraxonrasib, fazendo com que a medicação pare de funcionar em um intervalo médio de sete meses.
O dado mostra que, embora a droga represente um avanço ao conseguir dobrar o tempo de sobrevivência em vários casos, o tratamento ainda não configura uma cura definitiva para a doença agressiva, impondo um novo desafio para a comunidade médica.
Aprovado pelas agências de saúde em agosto, o remédio age diretamente na inibição de uma proteína fundamental para a sobrevivência das células cancerosas. De acordo com informações preliminares apresentadas recentemente na Conferência sobre Câncer de Pâncreas, nos Estados Unidos, os cientistas buscam agora entender como essas células se adaptam e escapam da ação do medicamento, com o objetivo de criar estratégias que prolonguem ainda mais a vida dos pacientes oncológicos.
Com informações de UOL e Folha.
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