Sábado, 17 de outubro de 2026
Política

PF vê contradição em delação sobre envio de verba para filme de Bolsonaro

Colaborador disse ignorar destino de US$ 12,3 milhões, mas carta citava prazos da obra

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A Polícia Federal (PF) apontou contradições formais no depoimento do empresário e delator Antônio Carlos Freixo Júnior, conhecido como Mineiro, referente ao envio de US$ 12,3 milhões a um fundo nos Estados Unidos que financiou a produção de "Dark Horse", filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.

A inconsistência identificada pelos investigadores é relevante porque pode afetar a validade dos benefícios da colaboração premiada do empresário e reorienta as apurações sobre a origem e a transparência do dinheiro empregado no projeto cinematográfico.

Dono da Entre Investimentos, o delator afirmou à PF que realizou as transferências bancárias atendendo a um pedido do pastor Fabiano Zettel e com autorização de Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, alegando que acreditava se tratar de um investimento imobiliário e que só soube do filme pela imprensa. No entanto, a corporação encontrou uma carta enviada pela gestora norte-americana Calixsan Capital Management à empresa de Freixo estabelecendo um compromisso financeiro de US$ 24 milhões e justificando as datas dos pagamentos pela urgência da produção do filme.

A PF dará continuidade ao confronto entre os documentos apreendidos e os depoimentos prestados no inquérito, enquanto as defesas dos empresários citados não foram localizadas pelos veículos que noticiaram o caso.

Com informações de UOL, Metrópoles, Folha, Google Notícias e O Antagonista.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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