Sexta-feira, 23 de outubro de 2026
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Política

Planos de Lula e Flávio Bolsonaro divergem em alianças globais e no uso do Pix

Petista aposta em moedas locais e no Brics, enquanto senador avalia saída de bloco e trava conexões externas

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Flávio Bolsonaro
Candidato oposicionista em 2026. · Foto: Unknown photographer / Wikimedia Commons (Domínio público)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) apresentaram diretrizes divergentes para a política externa e a economia em seus planos de governo para a eleição presidencial de 2026.

As propostas apontam rumos opostos para o comércio internacional brasileiro, o que afeta diretamente o fluxo de investimentos, as tarifas de importação e a integração dos serviços financeiros nacionais com o restante do mundo.

O programa de Lula prevê aprofundar a cooperação com o Brics — bloco de países emergentes — e incentivar transações em moedas locais para reduzir a dependência do dólar comercial. O governo petista também formalizou a entrada do Brasil na Waico, aliança de inteligência artificial liderada pela China, além de defender o fortalecimento do Mercado Comum do Sul (Mercosul) por meio de acordos como o negociado com a União Europeia.

Por outro lado, o documento de Flávio Bolsonaro não menciona o Brics e o parlamentar já declarou que pretende avaliar se o país continuará no grupo econômico. Em compromissos assumidos com interlocutores dos Estados Unidos, o senador afirmou que não permitirá a ligação do Pix, sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central, a plataformas financeiras internacionais. A escolha entre os dois modelos será definida pelos eleitores na votação que decidirá o próximo ocupante do Palácio do Planalto.

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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