Quarta-feira, 21 de outubro de 2026
Mundo

Polícia da Albânia reprime com gás e canhões de água onda de protestos em Tirana

Estudantes cobram corte em mensalidades e saída do primeiro-ministro em atos com confronto que duram mais de uma semana na capital

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Tirana
Edifício na região central de Tirana, capital da Albânia · Foto: BBB2021 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

A polícia da Albânia usou canhões de água e bombas de gás lacrimogêneo para dispersar centenas de manifestantes nesta terça-feira (20), no centro de Tirana, capital do país. Os atos são liderados por estudantes do ensino médio e universidades, que exigem a diminuição imediata das taxas escolares, maior orçamento estatal para a educação pública e a renúncia do primeiro-ministro Edi Rama.

A onda de distúrbios expõe o descontentamento da juventude albanesa com a precariedade dos serviços públicos e a estagnação econômica nos Bálcãs. O prolongamento dos confrontos amplia a pressão sobre o governo central de Tirana, gerando instabilidade institucional em uma nação candidata a integrar a União Europeia.

Os protestos começaram com concentrações pacíficas diante da sede do Ministério da Educação e se espalharam pelas principais avenidas da capital. Pequenos grupos atiraram pedras e coquetéis molotov contra barreiras policiais. Houve divergência entre os veículos internacionais quanto à duração exata da crise: redes europeias reportaram o sexto e o sétimo dia de mobilização no fim de semana, enquanto despachos mais recentes apontaram o oitavo dia consecutivo de confrontos nas ruas. Ativistas relatam uma liderança difusa e horizontal no movimento.

Representantes das assembleias estudantis afirmaram que manterão as paralisações e os piquetes até que o parlamento albanês paute a revisão das tarifas acadêmicas e o gabinete ministerial apresente uma proposta orçamentária.

Com informações de Euronews, France 24, BBC News e ABC News.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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