Quinta-feira, 29 de outubro de 2026
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Brasil

Policiais e servidores são investigados por repasse de dados de mortos a funerárias em SP

Segunda fase da Operação Luctus cumpre 21 mandados de busca contra esquema que favorecia concessionárias na capital

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A Corregedoria-Geral da Polícia Civil de São Paulo e a prefeitura da capital deflagraram na manhã desta quinta-feira (29) a segunda fase da Operação Luctus, que investiga um esquema criminoso de obtenção irregular e venda de registros de óbitos para favorecer empresas do setor funerário.

O esquema expõe a vulnerabilidade de dados sigilosos de famílias em momentos de luto e envolve suspeitas de corrupção que atingem a concessão privada dos cemitérios municipais paulistanos, permitindo que certas empresas abordassem parentes das vítimas antes dos concorrentes.

A investigação aponta a participação de ao menos dois policiais civis, empresários do setor funerário e ao menos um servidor público municipal, com a suspeita de acesso clandestino a registros hospitalares. Entre as pessoas jurídicas investigadas está a concessionária Velar SP, responsável pela administração de seis necrópoles públicas desde o processo de privatização ocorrido em 2023, como os cemitérios de Itaquera, Vila Alpina e Freguesia do Ó.

Policiais da Divisão de Crimes Funcionais e auditores municipais cumpriram 21 mandados judiciais de busca e apreensão na capital e nas cidades vizinhas de Cotia, Diadema, Embu das Artes e Taboão da Serra. Não foram expedidos mandados de prisão até o momento, e os veículos que noticiaram a operação informaram que as defesas dos agentes públicos investigados e da concessionária não foram localizadas para comentar o caso.

Com informações de UOL, Folha e Metrópoles.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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