Quinta-feira, 29 de outubro de 2026
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Saúde

Excesso de exercícios físicos altera química cerebral e prejudica repouso, diz estudo

Pesquisa brasileira indica que rotina esportiva intensa sem descanso mantém neurotransmissores desregulados

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Pesquisadores brasileiros identificaram que a prática excessiva de treinos sem períodos adequados de recuperação altera a regulação química do cérebro, de acordo com estudo publicado na revista científica Neuroscience. A pesquisa, divulgada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), acompanhou animais submetidos a uma rotina extenuante de esforço físico.

A descoberta científica muda a compreensão sobre os limites do condicionamento ao demonstrar que a sobrecarga atinge o equilíbrio neurológico, além dos músculos. Nos testes laboratoriais, os níveis de dopamina — substância química que atua como neurotransmissor associado à motivação e ao bem-estar — continuaram elevados no hipocampo durante os momentos em que os animais deveriam estar em descanso biológico.

De acordo com o autor principal do trabalho, o cientista Alisson Luiz da Rocha, o mecanismo neurológico observado ajuda a explicar por que desportistas sobrecarregados frequentemente desenvolvem insônia, fadiga crônica e crises de ansiedade. O grupo de pesquisadores pretende agora verificar se o mesmo processo fisiológico ocorre em seres humanos para orientar novos limites de treinamento esportivo.

Com informações de Google Notícias, InfoMoney e Terra.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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