Quarta-feira, 28 de outubro de 2026
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Brasil

Prefeitura de São Paulo consome em nove meses quase todo o subsídio de ônibus de 2026

Repasses municipais chegam a R$ 6,18 bilhões enquanto circulação de coletivos e passageiros registra retração

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A Prefeitura de São Paulo gastou R$ 6,18 bilhões em subsídios repassados às empresas concessionárias de ônibus entre janeiro e setembro de 2026, atingindo 99% dos R$ 6,22 bilhões previstos para o ano inteiro.

O avanço das despesas públicas ocorre ao mesmo tempo em que o volume de passageiros e o número de veículos em operação diminuem, ampliando a pressão financeira sobre o orçamento municipal para segurar a tarifa em R$ 5,30.

Dados divulgados pela São Paulo Transporte (SPTrans) apontam que os meses de agosto e junho registraram os maiores desembolsos, com R$ 810 milhões e R$ 794 milhões pagos, respectivamente. A administração municipal argumenta que o aporte é indispensável para custear aumentos do óleo diesel e mão de obra, além de sustentar gratuidades estudantis e para idosos. Pelos cálculos da prefeitura, a passagem sem subvenção custaria R$ 13,49.

Com a verba inicial praticamente esgotada a três meses do encerramento do exercício fiscal, a gestão do prefeito Ricardo Nunes terá de remanejar receitas para honrar os contratos antes da virada para 2027, ano que já conta com previsão de R$ 7,1 bilhões em subsídios.

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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