Terça-feira, 13 de outubro de 2026
Esportes

Presidente da Fifa recebeu US$ 1,7 milhão extra não divulgado da Copa de 2026

Documentos fiscais revelam pagamento feito a Gianni Infantino por subsidiária norte-americana, mas entidade máxima do futebol nega irregularidade

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Gianni Infantino
Gianni Infantino acompanhando jogo de estádio em 2026 · Foto: Bryan Berlin / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

O presidente da Federação Internacional de Futebol (Fifa), Gianni Infantino, recebeu um pagamento adicional de US$ 1,72 milhão (cerca de R$ 8,6 milhões) relacionado à organização da Copa do Mundo de 2026. A remuneração foi realizada em 2024 pela subsidiária FWC2026, empresa constituída nos Estados Unidos para gerenciar o torneio, e não constava nos balanços públicos da entidade esportiva.

A revelação foi veiculada pelo jornal britânico The Times e pela emissora americana ESPN com base em documentos da própria entidade esportiva e da Receita Federal norte-americana. O montante não estava incluído no salário anual de US$ 4,9 milhões nem no relatório oficial de transparência publicado em 2024, o que gerou questionamentos de especialistas sobre um possível descumprimento do artigo 43 do estatuto da Fifa, que exige a publicidade de todos os vencimentos de seus dirigentes máximos.

Em pronunciamento oficial, a Fifa contestou as acusações e negou veementemente qualquer irregularidade na operação. A instituição declarou que não paga um segundo salário a seu presidente e sustentou que cumpre integralmente todas as exigências legais de divulgação de remunerações corporativas nos países em que mantém negócios.

Com informações de G1 e Veja.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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