Quinta-feira, 22 de outubro de 2026
Mundo

Professora baleada em escola nos EUA relata que fingiu estar morta para sobreviver

Ataque a tiros em colégio no Oregon matou três crianças e uma professora; agressor de 16 anos foi abatido por pai de aluno

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A professora norte-americana Becky Drury, de 54 anos, declarou nesta quarta-feira (21) que fingiu estar morta para sobreviver a um ataque a tiros ocorrido em uma escola de ensino fundamental no estado do Oregon, nos Estados Unidos.

O episódio mobilizou a comunidade escolar e reacendeu o debate sobre segurança e extremismo em instituições de ensino norte-americanas. O massacre ocorreu na última quinta-feira (15) na escola primária Silver Rail Elementary, quando um ex-aluno de 16 anos, portando uma espingarda, invadiu o prédio e assassinou quatro pessoas: três crianças de 5, 8 e 11 anos e uma professora de 25 anos, além de deixar outro estudante gravemente ferido.

Em suas primeiras declarações públicas, Drury explicou que ouviu barulhos no corredor e tentou fechar a porta de sua sala de aula, momento em que foi atingida por disparos que quase deceparam sua mão esquerda e causaram ferimentos severos no outro braço. Sem conseguir se defender ou proteger os alunos, ela permaneceu deitada e imóvel no chão para não ser alvejada novamente. O atirador, identificado como Griffin J. John II, foi baleado e morto por um pai de aluno que estava armado no local logo após os primeiros tiros. A polícia local e autoridades federais apuram as motivações do crime, com foco em uma suposta obsessão do agressor por ideologias nazistas.

Com informações de UOL, Google Notícias e Veja.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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