Terça-feira, 27 de outubro de 2026
Política

Queda de abstenções e nulos leva 4,8 milhões de eleitores a mais às urnas

Mobilização popular reduziu brancos e ampliou votos totais na disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro

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Luiz Inácio Lula da Silva
Lula durante a apuração da eleição presidencial · Foto: Marcelo Brandão e Pedro Peduzzi - repórteres da Agência Brasil (CC BY 3.0 BR)

O segundo turno da eleição presidencial contabilizou um acréscimo de 4,8 milhões de votos em relação ao primeiro turno em todo o território nacional, impulsionado por uma redução combinada nos índices de abstenção, votos em branco e votos nulos.

O crescimento de comparecimento quebra a tendência histórica de desmobilização verificada nas disputas anteriores e evidencia que a polarização política direta entre os dois candidatos converteu eleitores desinteressados em votos válidos nas urnas.

O impacto dessa mobilização ficou evidente em colégios eleitorais estratégicos do interior paulista. No agrupamento de 66 municípios das regiões de Ribeirão Preto e Franca, os dois concorrentes somaram 192.865 votos adicionais em relação à etapa inicial: Luiz Inácio Lula da Silva absorveu 128.100 votos novos, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somou 64.765. Na mesma linha, o município de Sorocaba viu o percentual de votos em branco cair de 2,36% no primeiro turno para 1,45% na decisão final.

Especialistas em comportamento eleitoral avaliam que a disputa de valores e a intensificação de comícios e carreatas de rua na reta decisiva despertaram um nível de engajamento popular comparável às manifestações de 2013. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicará a consolidação completa dos índices de participação nas próximas semanas.

Com informações de UOL e G1.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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