Quinta-feira, 22 de outubro de 2026
Economia

Queda no desmatamento evitou 1,49 bilhão de toneladas de carbono, diz Ibre

Estudo econômico aponta que área preservada na Amazônia e no Cerrado supera tamanho de Sergipe

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A redução do desmatamento na Amazônia Legal e no Cerrado evitou a emissão de 1,49 bilhão de toneladas de gases de efeito estufa entre 2023 e 2026, segundo estudo publicado pelo economista Braulio Borges, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). O montante de poluição impedido no período supera as emissões totais geradas pela economia do Japão ao longo de um ano inteiro.

De acordo com o levantamento técnico, a retomada da fiscalização ambiental e de programas governamentais poupou 22,3 mil quilômetros quadrados de cobertura vegetal em quatro anos, extensão territorial comparável a uma área maior do que o estado de Sergipe. O cálculo tem como base os registros do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes), que apontaram 3,3 mil quilômetros quadrados desmatados na Amazônia entre agosto de 2025 e julho de 2026, o índice mais baixo desde 1988.

O trabalho utilizou métricas internacionais do Custo Social do Carbono para estimar o ganho financeiro obtido pelo planeta com a preservação florestal brasileira. O debate sobre a valoração econômica da biodiversidade deve pautar as próximas rodadas de negociações climáticas multilaterais das Nações Unidas, nas quais governos discutirão metas de financiamento para contenção do aquecimento global.

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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