Domingo, 01 de novembro de 2026
Brasil

Relatório da Defensoria aponta abusos cometidos por policiais em megaoperação no Rio

Imagens de câmeras corporais mostram mototaxista sufocado e mulheres feridas por armas de eletrochoque

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Um relatório elaborado pela 3ª Defensoria Pública do Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, em conjunto com o Projeto Mirante, apontou violações cometidas por policiais militares durante uma ação de cerco nos complexos da Penha e do Alemão. As irregularidades foram identificadas por meio de gravações captadas pelas câmeras corporais instaladas nos próprios uniformes dos agentes de segurança.

As conclusões do documento reabrem o debate sobre o uso da força e a transparência em operações nas favelas fluminenses, exatamente um ano após a operação de 28 de outubro de 2025, que terminou com 122 mortos. Entre as ocorrências documentadas no cerco estão chutes contra trabalhadores, disparos de armas de eletrochoque (taser) contra mulheres, ameaças de execução contra um mototaxista mantido com um pano ensanguentado no rosto e coação a um idoso para apagar vídeos do celular.

As gravações foram feitas por quatro agentes lotados no Batalhão de Rondas Especiais e Controle de Multidão (Recom). O Projeto Mirante, fruto de parceria entre a Defensoria Pública e a Universidade Federal Fluminense (UFF) com apoio do Ministério da Justiça, pretende encaminhar as conclusões aos órgãos de controle externo e ao Ministério Público. A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro foi procurada para prestar esclarecimentos sobre a conduta da equipe, mas não respondeu aos questionamentos até a publicação.

Com informações de G1 e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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